Tchau, dor muscular! Conheças as técnicas que ajudam a liberar a tensão

Um drama comum da vida moderna: estranhas e intensas dores que não têm uma motivação muito aparente. Você já deve ter terminado o seu dia com aquela sensação de ter dois pesos gigantes em cima dos ombros, não é?

Não é só impressão.

Esse é seu músculo emitindo sinais de que algo não está muito bem: ele se contrai de forma localizada, formando uma espécie de nó ou caroço que, muitas vezes, traz consigo uma “queimação” ou “latejamento”.

Esse problema é conhecido na área fisioterapêutica como dor miofascial, ou seja, dor no tecido que envolve e separa músculo, vasos sanguíneos e nervos.  Ela é causada principalmente por conta do constante estresse do cotidiano, por lesões e também pela má postura.

Diagnosticar a dor miofascial pode ser complicado em alguns casos, já que a dor nem sempre se manifesta no ponto afetado. Por exemplo, algumas pessoas possuem uma tensão na mandíbula e isso leva a dores de cabeça, na região dos olhos e testa. Pode parecer uma enxaqueca, mas não é.

Felizmente, o tratamento para isso vem avançando, com técnicas mais eficientes.

É o caso do Dry Needling, conhecido também como agulhamento a seco, que é oferecido na Clínica Unifisio de Cascavel.

As características podem parecer semelhantes à conhecida acupuntura, mas há uma diferenciação.

“Nessa técnica, uma agulha filamentar, sem medicamento, é inserida através da pele especificamente nesses locais que chamamos de ‘pontos-gatilho’, controlando a dor, liberando a tensão muscular. A sessão pode durar de 15 minutos a 1 hora e o agulhamento depende do local e da estrutura. Muitas vezes o resultado é imediato”, explica o fisioterapeuta da Unifisio, Luiz Orestes Bozza, acrescentando que o Dry Needling pode ajudar também na regeneração e recuperação de tecidos lesados.

Outra técnica que é uma aliada na liberação desse tipo de dor é o IASTM, que é a liberação miofascial instrumental.

São utilizados instrumentos de aço inoxidável com design específico para se ajustar a determinadas partes do corpo. Com eles, são massageadas as áreas dolorosas liberando a tensão.

“É uma terapia simples, mas muito eficaz, que pode ser usada de forma complementar a outros tratamentos”, comenta o fisioterapeuta. Para aderir a esses tratamentos é necessária uma avaliação profissional para identificar os “pontos-gatilho” e as possíveis contraindicações.

Fonte: Contelle Assessoria.

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